Parantropología, ¿indisciplina o subdisciplina emergente?: debates sobre las fronteras del conocimiento antropológico
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| Pubblicato in: | Antípoda : Revista de Antropología y Arqueología no. 61 (2025), p. 135-159 |
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| Pubblicazione: |
Universidad de Los Andes, UNIANDES Journals (Revistas UNIANDES)
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| Accesso online: | Citation/Abstract Full Text Full Text - PDF |
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| Abstract: | El objetivo de este artículo es analizar críticamente la parantropología para argumentar que su principal valor no reside en la consolidación de una nueva subdisciplina, sino en su función como indisciplina que revela las fronteras políticas e históricas del conocimiento antropológico. El texto utiliza las investigaciones alrededor de lo paranormal como un caso de estudio para explorar la relación tensa y a menudo silenciada que la antropología ha mantenido con las experiencias anómalas.Metodológicamente, se desarrolla un análisis teórico que parte de una entrevista con el antropólogo Jack Hunter. Su perspectiva se pone en diálogo crítico con diversas corrientes de la antropología contemporánea para deconstruir la aparente marginalidad de lo paranormal y mostrarla, así, como una construcción disciplinar deliberada.Se concluye que esta indisciplina funciona como una apertura metodológica que obliga a superar el falso dilema entre ontología y política. Al tomar en serio la agencialidad parecida pero no idéntica a la humana, la pregunta por el ser se revela como inseparable de la pregunta por el poder. Sostenemos que este enfoque es particularmente relevante en un mundo contemporáneo reencantado, donde la transgresión de las fronteras de la modernidad se convierte en un objeto de estudio fundamental.La originalidad del trabajo radica en trascender la descripción de la parantropología como un campo emergente para ofrecer una reflexión crítica sobre los límites de la propia antropología. El texto aporta una tesis original sobre la política de la ontología y establece conexiones —novedosas para el ámbito académico hispanohablante— entre cuestiones teóricas procedentes de la tradición anglosajona y las sensibilidades etnográficas de América Latina, un campo de reflexión que hasta ahora ha encontrado escasa resonancia en nuestro idioma. This article critically examines paranthropology, arguing that its main value lies not in the consolidation of a new subdiscipline but in its role as an indiscipline that exposes the political and historical boundaries of anthropological knowledge. Research on the paranormal serves as a case study to explore the tense and often silenced relationship that anthropology has maintained with anomalous experiences. Methodologically, the article develops a theoretical analysis beginning with an interview with anthropologist Jack Hunter, whose perspective is placed in critical dialogue with various strands of contemporary anthropology. This dialogue deconstructs the apparent marginality of the paranormal, revealing it instead as a deliberate disciplinary construction. The analysis concludes that this indiscipline functions as a methodological opening that compels a reconsideration of the false dichotomy between ontology and politics. By taking seriously agencies that resemble but are not identical to the human, the question of being becomes inseparable from the question of power. This approach, the article contends, is particularly relevant in a re-enchanted contemporary world where transgressing modernity’s boundaries has become a central object of study. The originality of the work lies in moving beyond a description of paranthropology as an emerging field to offer a critical reflection on anthropology’s own limits. The text presents an original thesis on the politics of ontology and establishes connections—new within the Spanish-speaking academic context—between theoretical debates rooted in the Anglo-Saxon tradition and the ethnographic sensibilities of Latin America, a field of reflection that has so far found limited resonance in our language. O objetivo deste artigo é analisar criticamente a parantropologia, a fim de argumentar que seu principal valor não reside na consolidação de uma nova subdisciplina, mas em sua função como uma indisciplina que expõe as fronteiras políticas e históricas do conhecimento antropológico. O texto toma as pesquisas sobre o paranormal como um estudo de caso para explorar a relação tensa — e muitas vezes silenciada — que a antropologia manteve com as experiências anômalas. Metodologicamente, desenvolve-se uma análise teórica a partir de uma entrevista com o antropólogo Jack Hunter, cuja perspectiva é colocada em diálogo crítico com diversas correntes da antropologia contemporânea para desconstruir a aparente marginalidade do paranormal e, assim, evidenciá-lo como uma construção disciplinar deliberada. Conclui-se que essa indisciplina atua como uma abertura metodológica que nos obriga a superar o falso dilema entre ontologia e política. Ao levar a sério formas de agência semelhantes — mas não idênticas — às dos humanos, a questão do ser revela-se inseparável da questão do poder. Argumenta-se que essa abordagem é particularmente relevante em um mundo contemporâneo reencantado, no qual a transgressão das fronteiras da modernidade se torna um objeto fundamental de estudo. A originalidade do trabalho reside em ir além da descrição da parantropologia como um campo emergente, oferecendo uma reflexão crítica sobre os limites da própria antropologia. O texto propõe uma tese original sobre a política da ontologia e estabelece conexões — inéditas no campo acadêmico de língua espanhola — entre debates teóricos da tradição anglo-saxônica e as sensibilidades etnográficas da América Latina, um campo de reflexão que até o momento encontrou pouca ressonância em espanhol. |
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| ISSN: | 1900-5407 2011-4273 |
| DOI: | 10.7440/antipoda61.2025.06 |
| Fonte: | Social Science Database |