EMPOWERING RURAL COMMUNITIES THROUGH CLIMATE-RESILIENT PALM OIL: PATHWAYS TO LIVELIHOOD ENHANCEMENT AND ENVIRONMENTAL STEWARDSHIP
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| Publicado en: | Revista de Gestão Social e Ambiental vol. 19, no. 7 (2025), p. 1-23 |
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| Autor principal: | |
| Publicado: |
Centro Universitário da FEI, Revista RGSA
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| Acceso en línea: | Citation/Abstract Full Text Full Text - PDF |
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| Resumen: | Objectives: This study investigates how climate-resilient palm oil practices can empower rural communities by enhancing their livelihoods and fostering environmental stewardship. Specifically, it seeks to map the key challenges and opportunities faced by smallholders, identify adaptive practices and governance models that underpin climate resilience, and discuss the broader implications for inclusive and sustainable rural development. Theoretical Framework: The research is anchored in multidimensional concepts of climate resilience and rural empowerment. Climate resilience is defined as encompassing not only technical adaptation-such as improved crop varieties and water management-but also institutional, economic, and knowledge-based strategies that enable communities to manage environmental risks. Empowerment is conceptualised as the expansion of access to resources, agency, participation in decision-making, and collective action, while environmental stewardship is framed as the responsible management of natural resources by local actors. Method: A qualitative literature review was conducted, synthesising over eighty peer-reviewed articles, policy papers, and reports from the past decade. Data were collected through systematic searches of digital databases and managed using Mendeley Desktop. Thematic analysis and inductive coding were employed to identify recurring themes and conceptual debates, with a focus on intersections among palm oil, climate resilience, rural livelihoods, and environmental governance. Results and Discussion: The review finds that climate-resilient practices-such as drought-tolerant palm varieties, agroforestry integration, improved water management, and organic soil practices-can significantly improve yield stability and income diversification for smallholders. Institutional factors, including secure land tenure, inclusive governance, and access to finance, are critical for enabling the adoption of sustainable practices. However, persistent barriers such as limited resources, policy fragmentation, and socio-political constraints hinder broader implementation. Evidence from Indonesia, Nigeria, and Colombia demonstrates that targeted interventions-such as land regularisation, cooperative support, and participatory governance-can increase smallholder participation in sustainable palm oil supply chains and improve environmental outcomes. The review underscores that technical innovation alone is insufficient; success depends on integrated, participatory approaches that align economic incentives with environmental safeguards and empower local communities to shape policy and land-use decisions. Research Implications: The findings highlight the need for policy frameworks that prioritise equity, climate adaptation, and community empowerment. Future research should explore the political economy of palm oil governance, conduct comparative studies across producing countries, and integrate participatory action research to deepen understanding of local contexts and lived experiences. Originality/Value: This research provides a comprehensive synthesis that bridges fragmented disciplinary perspectives on palm oil, climate resilience, and rural empowerment. By connecting technical, institutional, and social dimensions, it offers actionable guidance for policymakers, practitioners, and scholars committed to advancing a climate-resilient and socially just palm oil industry. The study emphasises the importance of participatory governance and inclusive institutional support as key pathways to sustainable rural transformation. Objetivos: Este estudo investiga como práticas de produção de óleo de palma resilientes ao clima podem empoderar comunidades rurais, melhorando seus meios de subsistência e promovendo a gestão ambiental. Especificamente, busca mapear os principais desafios e oportunidades enfrentados por pequenos produtores, identificar práticas adaptativas e modelos de governança que sustentam a resiliência climática e discutir as implicações mais amplas para o desenvolvimento rural inclusivo e sustentável. Referencial Teórico: A pesquisa está ancorada em conceitos multidimensionais de resiliência climática e empoderamento rural. A resiliência climática é definida como abrangendo não apenas a adaptação técnica - como variedades de culturas melhoradas e gestão da água - mas também estratégias institucionais, econômicas e baseadas no conhecimento que permitem às comunidades gerenciar os riscos ambientais. O empoderamento é conceituado como a expansão do acesso a recursos, da agência, da participação na tomada de decisões e da ação coletiva, enquanto a gestão ambiental é enquadrada como a gestão responsável dos recursos naturais por atores locais. Método: Foi realizada uma revisão qualitativa da literatura, sintetizando mais de oitenta artigos revisados por pares, documentos de políticas públicas e relatórios da última década. Os dados foram coletados por meio de buscas sistemáticas em bases de dados digitais e gerenciados utilizando o Mendeley Desktop. Análise temática e codificação indutiva foram empregadas para identificar temas recorrentes e debates conceituais, com foco nas interseções entre óleo de palma, resiliência climática, meios de subsistência rurais e governança ambiental. Resultados e Discussão: A revisão conclui que práticas resilientes ao clima - como variedades de palmeiras tolerantes à seca, integração agroflorestal, gestão aprimorada da água e práticas de solo orgânico - podem melhorar significativamente a estabilidade da produtividade e a diversificação da renda dos pequenos produtores. Fatores institucionais, incluindo posse segura da terra, governança inclusiva e acesso a financiamento, são cruciais para permitir a adoção de práticas sustentáveis. No entanto, barreiras persistentes, como recursos limitados, fragmentação de políticas e restrições sociopolíticas, dificultam uma implementação mais ampla. Evidências da Indonésia, Nigéria e Colômbia demonstram que intervenções direcionadas - como regularização fundiária, apoio cooperativo e governança participativa - podem aumentar a participação dos pequenos produtores nas cadeias de suprimento sustentáveis de óleo de palma e melhorar os resultados ambientais. A revisão ressalta que a inovação técnica por si só é insuficiente; O sucesso depende de abordagens integradas e participativas que alinhem incentivos econômicos com salvaguardas ambientais e capacitem as comunidades locais a moldar políticas e decisões sobre o uso da terra. Implicações da Pesquisa: Os resultados destacam a necessidade de estruturas políticas que priorizem a equidade, a adaptação climática e o empoderamento comunitário. Pesquisas futuras devem explorar a economia política da governança do óleo de palma, conduzir estudos comparativos entre os países produtores e integrar a pesquisa-ação participativa para aprofundar a compreensão dos contextos locais e das experiências vividas. Originalidade/Valor: Esta pesquisa fornece uma síntese abrangente que conecta perspectivas disciplinares fragmentadas sobre óleo de palma, resiliência climática e empoderamento rural. Ao conectar as dimensões técnica, institucional e social, oferece orientação prática para formuladores de políticas, profissionais e acadêmicos comprometidos com o avanço de uma indústria de óleo de palma resiliente ao clima e socialmente justa. O estudo enfatiza a importância da governança participativa e do apoio institucional inclusivo como caminhos-chave para a transformação rural sustentável. Objetivos: Este estudio investiga cómo las prácticas resilientes al clima en el sector del aceite de palma pueden empoderar a las comunidades rurales, mejorando sus medios de vida y fomentando la gestión ambiental. Específicamente, busca identificar los principales desafíos y oportunidades que enfrentan los pequeños productores, identificar prácticas adaptativas y modelos de gobernanza que sustentan la resiliencia climática y analizar las implicaciones más amplias para el desarrollo rural inclusivo y sostenible. Marco teórico: La investigación se basa en conceptos multidimensionales de resiliencia climática y empoderamiento rural. La resiliencia climática se define como la que abarca no solo la adaptación técnica -como la mejora de las variedades de cultivos y la gestión del agua-, sino también estrategias institucionales, económicas y basadas en el conocimiento que permiten a las comunidades gestionar los riesgos ambientales. El empoderamiento se conceptualiza como la ampliación del acceso a los recursos, la autonomía, la participación en la toma de decisiones y la acción colectiva, mientras que la gestión ambiental se define como la gestión responsable de los recursos naturales por parte de los actores locales. Método: Se realizó una revisión bibliográfica cualitativa que sintetizó más de ochenta artículos revisados por pares, documentos de políticas e informes de la última década. Los datos se recopilaron mediante búsquedas sistemáticas en bases de datos digitales y se gestionaron con Mendeley Desktop. Se emplearon análisis temáticos y codificación inductiva para identificar temas recurrentes y debates conceptuales, con especial atención a las intersecciones entre el aceite de palma, la resiliencia climática, los medios de vida rurales y la gobernanza ambiental. Resultados y discusión: La revisión concluye que las prácticas resilientes al clima, como las variedades de palma tolerantes a la sequía, la integración agroforestal, la mejora de la gestión del agua y las prácticas orgánicas del suelo, pueden mejorar significativamente la estabilidad del rendimiento y la diversificación de los ingresos de los pequeños productores. Los factores institucionales, como la tenencia segura de la tierra, la gobernanza inclusiva y el acceso a la financiación, son fundamentales para la adopción de prácticas sostenibles. Sin embargo, barreras persistentes, como la limitación de recursos, la fragmentación política y las limitaciones sociopolíticas, dificultan una implementación más amplia. La evidencia de Indonesia, Nigeria y Colombia demuestra que las intervenciones específicas, como la regularización de tierras, el apoyo a las cooperativas y la gobernanza participativa, pueden aumentar la participación de los pequeños productores en las cadenas de suministro sostenibles de aceite de palma y mejorar los resultados ambientales. La revisión subraya que la innovación técnica por sí sola es insuficiente. El éxito depende de enfoques integrados y participativos que alineen los incentivos económicos con las salvaguardas ambientales y empoderen a las comunidades locales para que definan las políticas y las decisiones sobre el uso del suelo. Implicaciones de la investigación: Los hallazgos resaltan la necesidad de marcos de políticas que prioricen la equidad, la adaptación climática y el empoderamiento comunitario. Las investigaciones futuras deberían explorar la economía política de la gobernanza del aceite de palma, realizar estudios comparativos entre países productores e integrar la investigación-acción participativa para profundizar la comprensión de los contextos locales y las experiencias vividas. Originalidad/Valor: Esta investigación proporciona una síntesis exhaustiva que conecta las disciplinas fragmentadas sobre el aceite de palma, la resiliencia climática y el empoderamiento rural. Al conectar las dimensiones técnicas, institucionales y sociales, ofrece orientación práctica para responsables políticos, profesionales y académicos comprometidos con el avance de una industria del aceite de palma resiliente al clima y socialmente justa. El estudio enfatiza la importancia de la gobernanza participativa y el apoyo institucional inclusivo como vías clave para la transformación rural sostenible. |
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| ISSN: | 1981-982X |
| DOI: | 10.24857/rgsa.v19n7-003 |
| Fuente: | ABI/INFORM Global |