INACCURATE PRECISION: PARADOXES IN NEURODEVELOPMENTAL DIAGNOSIS RESULTING FROM THE INFLEXIBLE USE OF DSM-III AND ITS SUCCESSIVE EDITIONS

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Podrobná bibliografie
Vydáno v:Revista de Gestão Social e Ambiental vol. 19, no. 9 (2025), p. 1-15
Hlavní autor: de Souza, André Luiz Alvarenga
Další autoři: Ramos, Alexandre Soledade de Paiva
Vydáno:
Centro Universitário da FEI, Revista RGSA
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001 3276556620
003 UK-CbPIL
022 |a 1981-982X 
024 7 |a 10.24857/rgsa.v19n9-035  |2 doi 
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245 1 |a INACCURATE PRECISION: PARADOXES IN NEURODEVELOPMENTAL DIAGNOSIS RESULTING FROM THE INFLEXIBLE USE OF DSM-III AND ITS SUCCESSIVE EDITIONS 
260 |b Centro Universitário da FEI, Revista RGSA  |c 2025 
513 |a Journal Article 
520 3 |a Introduction: This article addresses the problem of diagnostic inaccuracy in medicine, focusing on neurodevelopment. The central thesis is that the pursuit of objectivity and standardization through the DSM can lead to misunderstandings, ignoring the uniqueness of the individual. The objective is to critically analyze these manuals, advocating for a more holistic approach. Theoretical Framework: The text delves into the history of the DSM, criticizing its categorical nature and overlapping diagnoses. On the other hand, it incorporates the theory of subjectivity, which values understanding the meaning of behaviors, and Deleuze's thinking, which views subjectivity as a multiplicity, not a fixed entity. This approach allows us to reinterpret neurodiversity as a legitimate expression, not a symptom to be corrected. Methodology: The methodology is qualitative and theoretical-conceptual, based on a critical analysis of specialized literature. The study is based on authors such as Foucault and Deleuze and considers the political context of psychiatric knowledge production, including the influence of the pharmaceutical industry on the definition of diagnostic criteria. Documentary analysis and review of works and articles that comprise the theoretical corpus are used, without empirical data collection. Discussion: The discussion emphasizes the profound consequences of incorrect diagnoses, such as stigma and ineffective interventions. The text advocates for a multidimensional and interdisciplinary approach that prioritizes attentive listening and the individual's uniqueness, overcoming the protocol-based application of manuals. Research Implications: This study suggests that mental health diagnoses should go beyond lists of symptoms, considering the patient's life history and sociocultural context. The research highlights the need for a more humane and less mechanistic perspective, encouraging collaboration between different specialties for a complete understanding of the individual. Originality and Value: The originality of this work lies in the articulation of unconventional theoretical frameworks, such as Deleuze's philosophy, with a critique of psychiatric manuals, offering a new analytical framework for the debate on diagnosis. The value of the research lies in questioning the instrumental rationality that dominates the field and in proposing an alternative based on complexity and subjectivity, contributing to more ethical and effective clinical practice. Conclusion: It is concluded that progress in mental health depends on a balance between technical rigor and clinical sensitivity, ensuring that diagnosis is a tool for promoting comprehensive health, not a mere classificatory exercise. Introdução: Este artigo aborda a problemática da imprecisão diagnóstica na medicina, com foco no neurodesenvolvimento. A tese central é que a busca por objetividade e padronização através do DSM pode levar a equívocos, ignorando a singularidade do indivíduo. O objetivo é analisar criticamente esses manuais, defendendo uma abordagem mais holística. Referencial Teórico: O texto aprofunda-se na história do DSM, criticando seu caráter categórico e a sobreposição de diagnósticos. Em contrapartida, incorpora a teoria da subjetividade, que valoriza a compreensão do significado dos comportamentos, e o pensamento de Deleuze, que vê a subjetividade como uma multiplicidade, não uma entidade fixa. Essa abordagem permite reinterpretar a neurodiversidade como uma expressão legítima, não um sintoma a ser corrigido. Metodologia: A metodologia é qualitativa e teórico-conceitual, baseada na análise crítica de literatura especializada. O estudo se fundamenta em autores como Foucault e Deleuze, e considera o contexto político da produção do conhecimento psiquiátrico, incluindo a influência da indústria farmacêutica na definição dos critérios diagnósticos. A análise documental e a revisão de obras e artigos compõem o corpus teórico, sem coleta empírica. Discussão: A discussão enfatiza as profundas consequências de diagnósticos incorretos, como estigma e intervenções ineficazes. O texto defende uma abordagem multidimensional e interdisciplinar, que priorize a escuta atenta e a singularidade do sujeito, superando a aplicação protocolar dos manuais. Implicações da Pesquisa: Este estudo sugere que diagnósticos em saúde mental devem ir além de listas de sintomas, considerando a história de vida e o contexto sociocultural do paciente. A pesquisa aponta para a necessidade de um olhar mais humano e menos mecanicista, incentivando a colaboração entre diferentes especialidades para uma compreensão completa do sujeito. Originalidade e Valor: A originalidade deste trabalho reside na articulação de referenciais teóricos não convencionais, como a filosofia de Deleuze, com a crítica aos manuais psiquiátricos, oferecendo um novo quadro analítico para o debate sobre o diagnóstico. O valor da pesquisa está em questionar a racionalidade instrumental que domina o campo e em propor uma alternativa baseada na complexidade e na subjetividade, contribuindo para uma prática clínica mais ética e eficaz. Conclusão: Conclui-se que o avanço na saúde mental depende do equilíbrio entre rigor técnico e sensibilidade clínica, assegurando que o diagnóstico seja um instrumento de promoção da saúde integral, e não um mero exercício classificatório. Introduccion: Este artículo aborda el problema de la inexactitud diagnóstica en medicina, centrándose en el neurodesarrollo. La tesis central es que la búsqueda de objetividad y estandarización a través del DSM puede dar lugar a malentendidos, ignorando la singularidad de cada individuo. El objetivo es analizar críticamente estos manuales, abogando por un enfoque más holístico. Marco Teórico: El texto profundiza en la historia del DSM, criticando su naturaleza categórica y la superposición de diagnósticos. Por otro lado, incorpora la teoría de la subjetividad, que valora la comprensión del significado de las conductas, y el pensamiento de Deleuze, que considera la subjetividad como una multiplicidad, no como una entidad fija. Este enfoque permite reinterpretar la neurodiversidad como una expresión legítima, no como un síntoma a corregir. Metodología: La metodología es cualitativa y teórico-conceptual, basada en un análisis crítico de la literatura especializada. El estudio se basa en autores como Foucault y Deleuze y considera el contexto político de la producción de conocimiento psiquiátrico, incluyendo la influencia de la industria farmacéutica en la definición de criterios diagnósticos. El análisis documental y la revisión de trabajos y artículos conforman el corpus teórico, sin recopilación de datos empíricos. Discusión: La discusión enfatiza las profundas consecuencias de los diagnósticos incorrectos, como el estigma y las intervenciones ineficaces. El texto aboga por un enfoque multidimensional e interdisciplinario que prioriza la escucha atenta y la singularidad del individuo, superando la aplicación protocolaria de los manuales. Implicaciones de la Investigación: Este estudio sugiere que los diagnósticos de salud mental deben ir más allá de las listas de síntomas, considerando la historia de vida y el contexto sociocultural del paciente. La investigación destaca la necesidad de una perspectiva más humana y menos mecanicista, fomentando la colaboración entre diferentes especialidades para una comprensión completa del individuo. Originalidad y Valor: La originalidad de este trabajo reside en la articulación de marcos teóricos no convencionales, como la filosofía de Deleuze, con una crítica a los manuales psiquiátricos, ofreciendo un nuevo marco analítico para el debate sobre el diagnóstico. El valor de la investigación reside en cuestionar la racionalidad instrumental que domina el campo y proponer una alternativa basada en la complejidad y la subjetividad, contribuyendo a una práctica clínica más ética y eficaz. Conclusión: Se concluye que el avance en salud mental depende de un equilibrio entre el rigor técnico y la sensibilidad clínica, asegurando que el diagnóstico sea una herramienta para promover la salud integral, no un mero ejercicio clasificatorio. 
653 |a Ethics 
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700 1 |a Ramos, Alexandre Soledade de Paiva  |u Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, Mato Grosso, Brazil 
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